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Origem & Originalidade – O “vaso de barro”

Origem & Originalidade – O Homem, o “vaso de barro”.

Deus mesmo com toda sua onipotência, ao decidir criar o Homem, e se vale de recursos palpáveis afim de garantir a compreensão futura de que este é resultado de um trabalho em conjunto, não só de “pessoas” (Pai, Filho e o Espírito Santo a Trindade) conforme Gn 1.26, mas também de elemento material orgânico (pó da terra, barro, o corpo formado) e imaterial (a alma vivente, o fôlego de vida, o Ruah, o sopro que pôs o homem de pé) em Gn 2.7.

Em Adão está a “fonte primária” a unidade básica e a igualdade de toda humanidade. Assim o homem fora criado inteiro estando pronto e apto, dotado de toda integridade moral e em plena comunhão com Deus. O termo comunhão deriva-se do sentido de ser comum, e Adão era um “vaso” comum já que o que faria a diferença nele era o sopro do fôlego divino em suas narinas. Antes de Deus soprar nas narinas do homem, este era apenas um molde, uma forma humana sem ânimo (vida). Uma dinâmica de Deus, totalmente divina daquele que não para de trabalhar (Jo 5.17).

A origem do homem estava totalmente em Deus, seu molde (corpo humano), sua matéria orgânica (barro) e seus sentidos (alma). Contudo sendo este um “vaso”, um recipiente o que deveria estar e permanecer dentro dele seria a essência da pureza de um Deus que é Santo. Mas o adversário como não “joga para perder”, arrumou uma forma de “envenenar” o conteúdo daquele que seria um “pote cheio” de Deus. Segundo o teólogo Norman Geisler o estado original do homem seria de inocência e perfeição:

“A condição perfeita do estado originalmente criado deriva da natureza de Deus, como um ser absolutamente perfeito”.

Em Mateus 5.48 Jesus ainda declara: “Sede vós, pois, perfeitos, como é perfeito o vosso Pai, que está nos céus.” Contudo, vendo o opositor que o homem ocuparia um lugar de extrema confiança nesta Terra, uma vez que Deus declara: “e domine sobre os peixes do mar, e sobre as aves dos céus, e sobre o gado, e sobre toda a terra, e sobre todo o réptil que se move sobre a terra.” Gn 1.26b, logo procurou uma “brecha” por onde este pudesse invadir, contaminar e destruir esse espaço reservado aos santos.

Como o inimigo já estava rodeando a Terra e tentando dar o “bote” em seus administradores (Adão e Eva), ele encontra a possibilidade através da “curiosidade” que seria aguçada em Eva por meio de uma fala distorcida em sua essência:

Declaração de Deus “…Certamente morrerás…” Gn 2.17, declaração da serpente “…Certamente não morrerás…” Gn 3.4.

Eva não estava presente na hora da orientação dada a Adão (Gn 2.16 e 17), pois esta ainda era parte de sua costela, porém seu marido fora advertido sobre os riscos existentes no contato com o “desconhecido”. E o que era desconhecido para o casal? O mal, a malícia, a vergonha, a desonra, o imperfeito; diferente daquilo (feitura) e daquele (feitor), que é Perfeito por excelência: Deus!

Nota: esteja no lugar e na hora certa para receber as orientações direto daquele que tem um rumo de Santidade e Vida Plena para você!
Perceba que a intensão do inimigo, não era apenas envergonhar aos “pais” da raça humana, mas contaminar a toda a posteridade terrena, trazendo o “lixo” a um ambiente totalmente limpo e santificado por aquele que o originou, vejamos o relato de Paulo na sua carta aos Romanos:
“Portanto, como por um homem entrou o pecado no mundo, e pelo pecado a morte, assim também a morte passou a todos os homens por isso que todos pecaram”. Rm 5.12.

À partir deste momento o conteúdo do “vaso de barro”, o homem, estava comprometido, totalmente contaminado, perdida a pureza da santidade que o afastaria tanto das vistas quanto do ambiente de encontro com seu Criador: “E ouviram a voz do Senhor Deus, que passeava no jardim pela viração do dia; e esconderam-se Adão e sua mulher da presença do Senhor Deus, entre as árvores do Jardim” Gn 3.8; “O Senhor Deus, pois, o lançou fora do jardim do Éden, para lavrar a terra de que fora tomado” Gn 3.23.

Deus sendo perfeito, não poderia deixar que a “sabotagem” do maligno, fosse mais além tornando a árvore da Vida, algo que pudesse ser tomado como qualquer dos frutos do Jardim, que, tendo o homem vontade comeria da “Vida” ou mudando de vontade, comeria da “malícia” do pecado. As trevas tomaram o interior do casal, que não conseguiram enxergar em Deus a Luz do mundo, se condicionando às imundícias, sujeiras e lixos do sistema corrompido pela maldade existente no coração daquele que deveria ser o “portador de luz” o Serafim que “se tornara” como uma serpente.

Contudo, como nosso Senhor nunca é pego desprevenido, Ele já tinha o apoio do Filho que viria trazer a Graça, algo totalmente “claro” e não turvo ou “escuro” como os caminhos do pecado. Ainda que sejamos especialistas em “remendos”, nosso Deus sempre será Aquele que refaz tudo através de seu Amor!

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